Arquivos de: 04/2016

Em 19/04/2016

Parceiros para hospedagem durante a semana do Boca do Céu

Oi, pessoal, tudo tranquilo? O Boca do Céu se aproxima e seguimos muito felizes e a todo vapor por aqui!

Como antecipamos, além da nossa planilha de hospedagem amiga, fechamos algumas parcerias para hospedagem durante o Encontro. São hostels, locais muito aconchegantes que oferecem possibilidades de estadia desde quartos privativos até quartos coletivos, com condições de valores muito legais – e melhores ainda para quem disser que vem para o Boca do Céu! – com café da manhã e até transporte em alguns casos. São espaços de convivência com pessoas do Brasil e do mundo todo, que costumam proporcionar experiências bem interessantes. São estes listados abaixo.

Esperamos todos vocês por aqui!

Equipe Boca do Céu

 

Alice Hostel

Alice Hostel

  • Próximo ao Metrô Vila Madalena, na região boêmia de São Paulo
  • Possui uma Kombi que pode transportar os hóspedes
  • Desconto para o evento: 10% em dinheiro ou 5% no cartão
  • Rua Harmonia 1275 – Vila Madalena
  • www.hostelalice.com.br

 

Escambo Hostel

Escambo Hostel

  • Próximo ao Itaú Cultural, bar com cervejas artesanais e bons descontos
  • Quarto coletivo com capacidade para 14 pessoas = R$ 36,00/dia com 10% de desconto
  • Quarto coletivo com capacidade para 08 pessoas = R$40,00/dia com 15% de desconto
  • Quarto coletivo com capacidade para 06 pessoas = R$59,00/dia com 15% de desconto
  • Suíte Privativa para 2 a 4 pessoas = R$150,00/dia com 20% de desconto
  • Rua Oscar Porto, 33 – Paraíso 
  • http://www.escambohostel.com/

 

Ô de Casa Hostel

Ô de Casa
  • Próximo ao Metrô Faria Lima, na Vila Madalena
  • Desconto para o evento: 15%
  • Usar o código BOCA15 no site do hostel.
  • Rua Inácio Pereira da Rocha, 375 – Vila Madalena
  • http://odecasahostel.com/

 

Pauliceia Hostel

Pauliceia

  • Próximo ao Metrô Consolação (Av. Paulista)
  • Quarto misto de 9 camas (Liberdade) R$ 50,00 a diária
  • Quarto misto de 8 camas (Ibirapuera) R$ 45,00 a diária
  • Quarto misto de 9 camas (Luz) R$ 35,00 a diária.
  • Quarto feminino de 6 camas (Anhangabaú) R$ 50,00 a diária
  • Quarto misto de 2 camas (Bixiga) R$ 59,00 a diária
  • Suíte quarto privado com cama de casal, TV a cabo e banheiro privativo (Paulista) R$129,00 a diária
  • Rua Herculano de Freitas, 250 – Bela Vista
  • www.pauliceiahostel.com.br

 

São Paulo Hostel Downtown

São Paulo Hostel

  • A 3 mins. do Metrô República, próximo à Biblioteca Mário de Andrade
  • Possui quartos individuais, duplos, triplos, quádruplos e quíntuplos
  • Valor para o evento: R$54 a diária na suíte coletiva com café da manhã completo
  • Rua Barão de Campinas, 94 – Campos Elíseos
  • www.hostelsp.com.br

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Em 18/04/2016

Lista de Selecionados e Espera – Oficinas – Boca do Céu 2016

Olá, queridos!

Depois de muito suor e de uma dose ainda maior de carinho, chegou o momento de dividirmos com vocês as listas de selecionados e de espera para as oficinas do Boca do Céu 2016. Para compartilhar a quantidade precisa com vocês, neste ano recebemos um número recorde de 1888 inscrições para as 18 oficinas, o que inicialmente nos assustou e que, um segundo depois, nos deixou imensamente felizes e mais motivados por fazer tudo isso acontecer! Aproveitamos para agradecer a todos os que se inscreverem e, na mesma proporção, à guerreiríssima equipe de seleção e organização das listas! O Boca do Céu não seria nada sem vocês.

Bom, vamos a alguns pontos que achamos importante ressaltar:

  • As listas de espera não estão em ordem alfabética, estão em ordem de chamada;
  • As listas de selecionados e de espera das oficinas de convidados brasileiros foram preenchidas por ordem de chegada, conforme divulgamos na abertura das inscrições. Caso, por algum deslize, alguém esteja selecionado para duas oficinas que vão acontecer simultaneamente, pedimos o favor de confirmar a inscrição apenas naquela de sua preferência, liberando assim a vaga na outra;
  • Devido à altíssima procura por todas as oficinas, houve alteração – sempre para cima – no número de selecionados de algumas oficinas em relação à quantidade de vagas divulgadas inicialmente;
  • IMPORTANTE: Somente serão aceitas as inscrições que forem confirmadas até o dia 29/04 (sexta-feira), por meio do e-mail contato@bocadoceu.com.br (pedimos o favor de colocar no título da mensagem: CONFIRMAÇÃO – nome do oficineiroseu primeiro e último nome);
  • As listas da segunda chamada serão divulgadas no dia 02/05 (segunda-feira);
  • Demais instruções relativas aos materiais necessários para as oficinas, assim como instruções sobre horário e procedimentos nos primeiros dias das respectivas atividades serão enviadas por e-mail, somente para os selecionados.

Para aqueles que eventualmente não foram selecionados para as oficinas, vale lembrar que preparamos muitas atividades lindas, com os artistas nacionais e internacionais, para que todos possam ter momentos de trocas com eles, como nas Palavra de Contador (novidade!), nos debates, apresentações, e nas tantas outras coisas que teremos durante a semana, ou seja, não tem desculpa para desanimar ou para não vir!

Aproveitamos para dividir com vocês também mais uma novidade: neste ano teremos a Oficina Múltiplas Vozes, que é aberta e estará acontecendo durante todo o final de semana dos dias 14 e 15/05 – com entrega de certificado. Na parte da programação, aqui em nosso site, já estão disponíveis informações sobre essa atividade mas, em breve, traremos mais detalhes sobre ela.

No mais, boa sorte a todos e esperamos recebê-los no Boca do Céu para celebrar conosco a festa da Arte da Palavra!

Equipe Boca do Céu

Acesse aqui a lista de selecionados e de espera de todas as oficinas

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Em 09/04/2016

ALCOFORADO, D. F. X e ALBN, M. D. R. S. (1996). Contos populares brasileiros: Bahia. Salvador: Universitária.

Este volume faz parte do projeto Conto Popular e Tradição Oral no Mundo de Língua Portuguesa, que envolve instituições culturais diversas do Brasil e de Portugal. Neste volume, estão reunidos contos pertencentes à tradição cultural do Estado da Bahia.

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Em 09/04/2016

ANDRADE, M.(2007). “Missão de pesquisas folclóricas -1938”. São Paulo: SESC e Prefeitura da cidade de São Paulo.

Em 1938, quando o Departamento de Cultura financiou a Missão de Pesquisas Folclóricas, Mário de Andrade deparava-se com o dilema da modernidade: ao mesmo tempo que as manifestações populares corriam o risco de desaparecer com a crescente urbanização do país, o avanço tecnológico da época proporcionava meios de capturá-las em discos, fotografias e filmes.

Nesse jogo ambíguo, entre a ameaça de destruição do fato e a construção de referências, o projeto adquiria um caráter urgente. O interesse pela cultura nacional levou Mário a viajar ao Norte e Nordeste do país na década de 1920. Anotada no livro póstumo Turista Aprendiz, a aventura existencial e intelectual marcou sua trajetória como pesquisador de campo e o convenceu da necessidade de deslocar-se ao Brasil profundo, a lugares onde nossas tradições culturais ainda não teriam sucumbido ao peso da industrialização. Repetindo, em linhas gerais, o trajeto empreendido pelo escritor nessas viagens etnográficas, a Missão foi, sob muitos aspectos, a institucionalização de uma experiência pessoal. Formada por Luís Saia, Martin Braunwieser, Benedicto Pacheco e Antônio Ladeira, a caravana deixou São Paulo em fevereiro de 1938 rumo ao Ceará, Pernambuco, Paraíba, Piauí, Maranhão e Pará.

Um revés político, ocasionado pelo Estado Novo e a chegada de Prestes Maia ao poder municipal, encurtou a permanência de Mário no Departamento de Cultura. Ainda assim, a Missão conseguiu concretizar sua primeira etapa: a partir dos cadernos de campo, imagens, músicas e dos inúmeros objetos recolhidos revelava-se um fragmentário, porém significativo, panorama do folclore nacional.

A organização e difusão do material não lograram o mesmo sucesso. Os esforços, nesse sentido, estiveram restritos, durante anos, ao trabalho solitário de Oneyda Alvarenga, primeira diretora da Discoteca Pública, que sem o respaldo da Prefeitura empenhou sua vida para que o acervo fosse preservado.

O lançamento desta caixa de discos não pretende retomar o projeto de Mário de Andrade, datado dos anos 1920 e 1930, época em que São Paulo ainda se preocupava em lançar um olhar sobre a questão nacional, debruçando-se para além de suas fronteiras políticas e culturais. Ao trazer a público uma seleção dos registros fonográficos da Missão de Pesquisas Folclóricas, o objetivo da Secretaria Municipal de Cultura, em parceria com o SESC-SP, é reiterar a profunda dimensão desse acervo, parte fundamental da cultura material do povo brasileiro.

Carlos Augusto Calil
Secretário Municipal de Cultura
Fonte: http://ww2.sescsp.org.br/sesc/hotsites/missao/apresenta_frameset.html

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Em 09/04/2016

CASCUDO, L. da C. (2002) Antologia do folclore brasileiro. Vol. 1 e 2. São Paulo: Global Editora.

Luís da Câmara Cascudo, o grande pesquisador da cultura popular brasileira, cujo centenário se comemorou em 1998. Câmara Cascudo, o fundador da Sociedade Brasileira de Folclore, marcou o estudo dos costumes e do imaginário popular brasileiro desde a publicação de „Vaqueiros e Cantadores”, em 1939. Os seus livros não são apenas documentos eruditos da cultura oral brasileira e de suas raízes indígenas, africanas e europeias, mas também clássicos da literatura brasileria eles próprios.

Antologia do Folclore Brasileiro é a reunião das meritórias informações elaboradas cronologicamente para facilitar o estudo literocientífico do povo brasileiro. O autor demonstra nesta obra conceitos e tendências ainda hoje presentes no cotidiano do brasileiro com as apresentações de Folia de Reis, Congadas, Bumba-meu-boi, Festas Religiosas Populares e outras manifestações comemoradas por todos os recantos do país.

Fonte: http://www.novacultura.de/camara.html

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Em 09/04/2016

HAURÉLIO, M. (2011). Contos e fábulas do Brasil. São Paulo: Nova Alexandria.

No Brasil, não são muitas as coletâneas de contos populares, apesar da alardeada riqueza da nossa cultura popular e do empenho de estudiosos, como Sílvio Romero, Câmara Cascudo e Lindolfo Gomes. A publicação de Contos e fábulas do Brasil, pela editora Nova Alexandria, se reveste, por isso, de grande importância. Coligidos por Marco Haurélio, estes contos da tradição oral brasileira estão agora imortalizados em um livro que conta, também, com belíssimas ilustrações do artista plástico paraibano Severino Ramos.

A coletânea traz contos de animais, histórias de encantamento, religiosas e acumulativas. Há, ainda, notas esclarecedoras, assinadas pelo renomado pesquisador português, Paulo Correia, da Universidade do Algarve, mostrando o percurso das histórias, o número de versões existentes nos países de língua portuguesa e os similares de outros países.

Marco Haurélio, também, na abertura de cada seção, amparado em ampla pesquisa, num trabalho que dosa rigor e criatividade, aponta variantes das histórias colhidas por ele em outras coletâneas e até o reaproveitamento de muitas delas na literatura de cordel. Os leitores da obra dos Irmãos Grimm identificarão em Maria Borralheira a versão brasileira de Cinderela. E reconhecerão em O príncipe Teiú elementos da clássica história A bela e a fera e do conto mítico Eros e Psiquê, que integra O asno de ouro, escrito por Apuleio no século II d.C.

Segundo a professora Isabel Cardigos, referência mundial no estudo do conto popular, Contos e fábulas do Brasil, é “um livro fadado para ter a maior sorte: entre os adultos e entre aquelas crianças felizes a quem os adultos vão saber recontar estas histórias para que, com a ajuda da escrita, continue a correr a antiquíssima magia dos contos de tradição oral.”

Fonte: http://marcohaurelio.blogspot.com.br/2011/08/lancamento.html

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Em 09/04/2016

JACUPÉ, K. W. (2001). Tupã Tenondé: a criação do Universo, da Terra e do Homem, segundo a tradição oral Guaraní. São Paulo: Peirópolis.

Antigamente para tornar-se pajé, o índio Guarani tinha que conhecer as palavras mágicas, a sabedoria oculta que somente os tamãi (sábios antigos) dominavam e eram encarregados de transmitir. Depois de uma reflexão profunda sobre os ensinamentos é que o iniciado passava ao aprendizado das técnicas, ou ritos especiais, para então especializar-se na medicina da alma.

Em meados do século passado, parte desses ensinamentos foi revelada à civilização não-indígena por autorização de um grande sábio sonhador, Pablo Werá, com a finalidade de “semear o coração do estrangeiro”, segundo a profeta dos Jeguaka Tenondé do início do século XX.

Agora, em pleno século XXI, as palavras sagradas dos antigos desta terra ressurgem como uma lição ao mesmo tempo surpreendente e atualíssima, já que ao lembrar-nos a interdependência entre o Homem, a Mãe Terra, o Universo e o Grande Mistério Criador – base do aprendizado dos antigos curadores -, elas encontram ressonância na ciência e na espiritualidade dos dias atuais.

Tupã Tenondé vai certamente cumprir a função de colaborar na formação de corações valorosos, capazes de respeitar e valorizar a diversidade cultural num mundo em que, cada vez mais, alguns povos pretendem impor a outros sua maneira de ver e se relacionar com o mundo e a natureza.

Fonte: o próprio livro

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Em 09/04/2016

MAGALHÃES, J. V. C. O Selvagem. (1876) Rio de Janeiro: Typografia da Reforma.

Trabalho antropológico que contempla aspectos culturais, econômicos, geográficos, linguísticos e mitológicos de povos indígenas brasileiros. A primeira parte da obra, Curso da lingua geral, segundo Ollendorf, comprehendendo texto original de lendas tupìs, é uma gramática pedagógica organizada de acordo com o método de Ollendorf. (…)

Traduzido e editado em francês, inglês, alemão e italiano (Alfaro 2004:57), o livro causou impacto nos campos então incipientes da antropologia, etnologia e linguística brasileiras (Cf. Romero 1888). Pelo elenco de autores que citaram Couto de Magalhães, conforme Leite (1936), tem-se ideia do impacto – tanto positivo, quanto negativo – do seu trabalho entre seus contemporâneos e a geração que o sucedeu. (…)

Em atendimento às solicitações do Imperador, Couto de Magalhães compôs um livro prático sobre a língua e os costumes tupis, destinado a constituir um corpo de intérpretes bilíngues, capazes de promover a integração do índio na sociedade civilizada. Além do alcance pragmático, Couto de Magalhães tem consciência do eventual alcance científico das suas observações. (…)

[O autor] inaugurou na emergente antropologia e linguística brasileiras a observação direta como método de recolha de dados, o que o levou a prestar particular atenção ao som e à sua representação escrita, que deveria ser fonética. Adotou para tal o alfabeto fonético de Magnus Lepsius e descreveu detalhadamente, na primeira parte do seu Curso, as características fonéticas e prosódicas da língua, bem como as convenções que adotou para representá-las. (…) Os textos e comentários que permeiam suas lições gramaticais revelam-no um autor conhecedor não apenas da tradição descritiva do Tupi – refere-se às gramáticas de José de Anchieta (1595) e Luiz Figueira (1621), aos dicionários, aos catecismos; aos trabalhos mais recentes como os de Faria (1858), Gonçalves Dias (1858), – mas também do Kiriri, Quechua e do Guarani; bem como do clima intelectual do período. (…)

Do ponto de vista da descrição gramatical, ainda que se possa surpreender no seu texto certa terminologia gramatical mais tradicional, (…) seu ponto de vista sobre a estrutura gramatical da língua, que consistiu em deslocar a análise do nível da ‘palavra’ para o do componente da palavra (i.e. do ‘morfema’, como diríamos hoje) é original nesta tradição. (…)

Couto de Magalhães traz propostas que se revelarão inovadoras para a descrição da língua: a adoção de um alfabeto fonético; a distinção explícita entre modalidade oral e modalidade escrita de língua, e a consequente distinção entre ‘som’ e ‘ortografia’; a língua falada como objeto de observação.

Fonte: http://www.fflch.usp.br/dl/documenta/fichas_descritivas/Magalhaes_1876.htm

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Em 09/04/2016

PEREIRA, M. N. (1980). Moronguêtá: um Decameron indígena v. 1 e 2. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. Brasília: INL.

Lendas, mitos, tradições e estórias dos índios do Estado Amazonas e dos Territórios de Roraima e Rondônia, distribuídos por suas cinco áreas culturais encontram-se reunidos em Moronguêtá: Um Decameron Indígena
– obra de ciência e poesia que se deve À pesquisa paciente pertinaz e amorosa do etnólogo Nunes Pereiara.

Este livro, estuda, também em capítulos especiais, a fauna e a flora, o relevo e o clima, a economia e a ecologa, os antecedentes da conquista e a situação atual dos índios amazônicos. Fruto de 40 anos de rigorosa pesquisa, MORONGUÊTÁ é ainda um livro romântico, heróico, fescenimo, sarcástico burlesco e lírico, um Decameron cheio de riqueza erótica e do encanto da cultura indígena brasileira.

Fonte: http://www.skoob.com.br/livro/101043-morongueta_volume_1

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Em 09/04/2016

PIMENTEL, A. A. (1976). Estórias da boca da noite. Brasília: Thesaurus.

Esta é uma coleção de contos populares que cumpre a preocupação já revelada pelos Irmãos Grimm de preservação da linguagem do povo, coisa que não conseguiram fazer, pois lhes faltavam meios mecânicos de coleta que modernamente dispomos.

Assim, Altimar Pimentel realizou um trabalho que pela fidelidade à linguagem popular revela se de todo o interesse para o estudioso do conto, preocupado com este aspecto ou com a estrutura narrativa, e até para os professores interessados na evolução da língua nacional.

Acresce a este aspecto que diz respeito a um público mais restrito a conservação do sabor popular das narrativas, em linguagem coloquial, que nos transporta ao mundo infantil, ao som das vozes que nos embalavam as noites com as estórias de Trancoso…

O cuidado do autor em evitar rebuscamente, a seriedade com que realizou a pesquisa e procedeu à reprodução das narrativas propicia uma visão do universo verbal da área onde procedeu a coleta e do encantatório da linguagem popular, despojada e colorida.

Adverte o autor para o perigo do desaparecimento do hábito de contar estórias em rodas para um grande número de ouvintes pela “invasão” dos modernos meios de comunicação. Os narradores, com os seus recursos pessoais, não têm um mínimo de condição para competir com a sofisticação das novelas ou dos filmes exibidos na televisão.

Isto vem conceder maior valor e interesse a estas “Estórias da Boca da Noite”, pois, elas constituem uma espécie de “canto de cisne” dos tradicionais narradores do Nordeste…

Fonte: http://www.thesaurus.com.br/livro/1309/estorias-da-boca-da-noite

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Em 09/04/2016

PRANDI. R. (2011) Contos e lendas da Amazônia. São Paulo: Cia das Letras.

Muitos são aqueles que ajudaram a registrar e transmitir um pouco da mitologia amazônica. Viajantes, exploradores, pesquisadores, amantes da cultura popular repassaram histórias que têm sido fonte de inspiração para romances, poemas e canções, entre outras manifestações artísticas que ajudaram a modelar a identidade cultural mestiça do Brasil.

Reginaldo Prandi apresenta 25 contos sobre o nascimento dos homens, dos bichos e das plantas, todos recheados de encantamento, temática recorrente da mitologia amazônica, eixo sobre o qual foi idealizado e escrito este livro. Mitos da criação do mundo físico – os rios, as estrelas, a Lua, a noite -, seguidos daqueles que falam do surgimento de plantas e animais, são complementados pelas histórias de heróis e personagens míticos característicos da região, além de duas lendas bastante recentes, que falam sobre a importância da preservação da floresta.

Em um apêndice, o autor oferece um retrato sintético e objetivo da região, fornecendo dados atualizados de seus três principais aspectos: a floresta, o rio e o homem. O autor apresenta ainda fotos de sua autoria desse universo infinito em que nasceram os contos e as lendas da Amazônia.

Fonte: http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=13085

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Em 09/04/2016

ROMERO, S. (2008). Contos Populares do Brasil. São Paulo: Landy.

Este livro reúne alguns contos populares coletados pelo grande pesquisador brasileiro Silvio Romero. Nascido em Sergipe em 1851 e falecido em 1914, o autor foi um dos pioneiros na pesquisa etnológica, além de ser advogado, historiador e professor de literatura.

Estas histórias integram o seu livro “Contos populares do Brasil” publicado em 1855, que foi uma obra pioneira. Silvio Romero foi um dos primeiros intelectuais brasileiros a valorizar a cultura e os mitos populares como textos literários. Ele possuía uma postura diferenciada dos autores românticos que idealizavam nossa nacionalidade, mas desprezavam a cultura popular. (…)

A compilação dos contos surgiu do empenho de Silvio Romero em estudar e sistematizar cientificamente o Folclore Brasileiro, tendo em vista a busca de um caráter nacional com base no princípio da mestiçagem entre os elementos europeu, indígena e negro.

Fontes:
http://www.bibliografiainfantilejuvenil.prefeitura.sp.gov.br/handle/123456789/58788

http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/1993059/contos-populares-do-brasil

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Em 09/04/2016

2014

CONVIDADOS

Brasileiros:
Ailton Krenak (MG). Alexandre Roit (SP). Amarilis Reto (SP). Angela Pappiani (SP). Antonio Carlos Carrasqueira (SP). Benita Prieto (RJ).   Carolina Cunha (SP). Chico dos Bonecos (SP). Coral Guarani (SP). Cristiana Lacerda (RJ). Dona Cici (Salvador). Emerson Alcalde (SP). Escola Villare (SP). Esrêvão Marques (SP). Fábio Medeiros (SC). Gabriel Levy (SP). Giba Pedrosa (SP).  Gilka Girardello (SC). Grupo Moacir tem barba branca (SP). Grupo Mutrib (SP). Grupo Prosa dos ventos (SP). Grupo Triii (SP). Inês Breccio (SP).  Irma Galhardo (TO). Jera Guarani (SP). Josiane Geroldi (SC). Juliana Bueno (SP). Leandro Medina (SP). Luciana Zule (RJ). Lucilene Silva (SP). Lydia Hortélio (BA). Madalena Monteiro (SP). /marcela Carvalho (RJ).  Marcilene da Silva (ES).  Marco Haurélio (SP). Mirela Estelles (SP). OCA Escola Cultural (SP). Paulo Freire (SP). Regina Alfaia (SP). Ricardo Ribeiro (SP). Sérgio Pererê (MG).  Stance Dual School (SP).  Thomas Howard (SP). Vicente Barros (RJ).

 

Internacionais:
Clare Murphy (Irlanda). Columpa Bobb (Canadá).  Dan Yashinsky (Canadá).  Elvia Perez (Cuba). Hugh Cotton (Inglaterra/Canadá).  Jihad Darwiche (Líbano/ França).  Lenna Bahule (Moçambique). Mafane (Canadá). Michel Hindenoch (França). Nathalie Bentolila (França).

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Em 09/04/2016

2012

CONVIDADOS

Brasileiros:

Amarilis Reto (SP). Ana Luiza Lacombe (SP). Barbatuques (SP). Bia Machado (SP). Chico dos Bonecos (SP). Coral Guarani Tenondé Porã (Aldeia Guarani Mbya/SP). Crianças da OCA  (SP). Stance Dual School (SP). Danielle Barros (SP). Elisa Almeida (MG). Emilie Andrade (SP). Ésio Magalhães (SP). Estêvão Marques (SP). Fabiane Camargo (SP). Fernanda Ribeiro (SP). Giba Pedrosa (SP). Grupo Triii (SP). João Acaiabe (SP). José Jorge Car valho (DF). Josias Padilha (SP). Julia Grillo (SP). Kelly Orasi (SP). Leandro Medina (SP). Lucilene Silva (SP). Mamede Jarouche (SP). Marcela Carvalho (RJ).  Mirela Estelles (SP). Nícia Grillo (RJ). Paulo Federal (SP). Paulo Freire (SP). Roberta Estrela D’Alva (SP). As Rutes (SP). Simone Grande (SP). Tapetes contadores de histórias (RJ). Vicente Barros (RJ). Vivian Munhoz (SP). Wellington Nogueira (SP).  Zé Maria (MG).

Internacionais:
 Catherine Zarcate (França). Cesar “El Wayqui” Villegas (Peru). Eric Maddern (Grã-Bretanha). Hassane Kouyaté (Burkina Faso). Laura Simms (EUA).  Ludovic Souliman (França). Oro Anahory – Librowicz (Canadá).

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Em 09/04/2016

2010

CONVIDADOS

Brasileiros:
Ana Luisa Lacombe, Amarilis Reto, Bia Machado, Barbatuques, Chico dos Bonecos, Crianças da OCA,Crianças
da Stance Dual Schooll, Danielle Barros, Dona Cici, Elisa Almeida, Ésio magalhães, Estevão Marques,
Fabiane Camargo, Fernanda Ribeiro, Giba Pedroza, Grupo Trii, João Acaiabe, Josias Padilha, Julia Grillo,
Kelly Orasi, leandro Medina, Lucilene Silva, Mamede Jarouche, Marcela Carvalho, Mirela Estelles, Nicia Grillo,
Paulo Federal, Paulo Freire, Roberta Estrela D’Alva, As Rutes, Simone Grande, Os Tapetes Contadores de
Histórias, Vicente Barros, Vivian Munhoz, Wellington Nogueira, Zé Maria

Internacionais:
César “El Wayqui” Villegas, Ludovic Souliman, Catherine Zarcate, Eric Maddern, Hassane Kouyatéff, Oro Anahory-
Librowicz, Laura Simms

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Em 09/04/2016

2009

CONVIDADOS

Brasileiros:
Grupo Tiquequê, Henrique Sitchim e Urga Maíra Cardoso, Ana Luísa Lacombe, Cia Ópera na Mala, Caixa de
Fuxico, Meninas do Conto, Giba Pedrosa e Renata Mattar, Andrea Cavinato, Célia Gomes, Fernanda Ribeiro,
Giba Pedrosa, Regina Machado, Urga Maíra Cardoso, Andi Rubinstein, José Bocca, Marcela Romero, Susi
Lillo, Sérgio Bello, José Mauro Brant, Sérgio Perrerê, Gilka Girarddelo, Bruno de La Salle, Pascal Guéran,
Tânia Marilis, Kelly Orasi, Dalton Martins, Simone Grande e Renata Mattar, Fernanda Viacava, Dinah Feldman,
Marcelo Pretto, Leandro Medina,Andréa Soares, Lenice Gomes , Sérgio Pererê, Sérgio Bello, Vicente Barros,
Lucilene Silva, grupo Ilú Oba de Min, Associação Aldeia de Carapicuíba (OCA), Ciranda das Cores, Lydia
Hortélio.

Internacionais:
Susi Lillo (Espanha), Koulsy Lamko (México), Mariam Koné (Burkina Faso/França), Pascal Guéran (Bélgica),-
Marcela Romero (México), Bruno de La Salle (França)

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Em 09/04/2016

2008

CONVIDADOS

Brasileiros:
A Hora da História , Associação Aldeia de Carapicuíba (OCA), Andrea Cavinato, Andréa Soares, Ana Luísa
Lacombe, Adrião, Ana Teixeira, Andrea Cavinato, , Célia Gomes, Cesar Obeid, Cia Ópera na Mala, Ciranda
das Cores, Cia Catirina, Cooperação Criativa, Clara Haddad, Cia Catirina , Caixa de Fuxico, Dalton Martins,
Daniel Aires , Denis Duarte, Dinah Feldman , Eliana Gagliardi, Estevão Marques, Eduardo Contrêra , Encantadores
de Histórias, Helena Novaes , Fabiano Morais, Fabiana Rubira, Fernanda Viacava , Fernanda Ribeiro,
Giba Pedrosa , Gilka Girardello, Gislayne Matos, Glauter Barros, Gláucia, Gabriel Levy , Gislayne Matos ,
História Aberta, Heloísa Pires, Henrique Sitchim , Kelly Orasi , Ilú Oba de Min, José Bocca, José Mauro, Kika
Antunes , Karla Martins Luis Felipe Zanetti, Lenice Gomes, Lenice Gomes, Lucilene Silva, Lídia Engelberg ,
Lydia Hortélio, Leandro Medina, Meninas do Conto, Manauê , Marcelo Pretto, Paulo Federal, Renata Mattar ,
Rosana Mont’Alverne, Sílvia Sérgio Bello , Simone Lima , Simone Grande, Sérgio Pererê, Stela Barbieri ,
Sérgio Bello , Tapetes Contadores de Histórias , Tânia Marilis , Tininha Calazans, Tempo de Brincar , Grupo
Tiquequê, Urga Maíra Cardoso, Viviane Coentro, Vanessa Valente, Vicente Barros.

Internacionais:
Susi Lillo, Koulsy Lamko, Mariam Koné, Pascal Guéran, Marcela Romero, Bruno de La Salle.

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Em 09/04/2016

2006

CONVIDADOS

Brasileiros:
Cia Contos de todos os Cantos, Grupo Pé de Palavra, Tapetes Contadores de Histórias, Meninas do Conto, Pirlimpimpim Contadores de Histórias, Chico dos Bonecos Grupo Sansakroma, Grupo ManauêAssociação OCA, Andrea Cavinato, Alexandre Mate, Célia Gomes , Walderez de Barros, Daniel Munduruku , Doralice Alcoforado, Eliana Yunes, Eliana Gagliardi, Fernanda Ribeiro, Fabiana RubiraGislayne Matos, Giba Pedrosa, Gilka Girardello, Gláucia, Gislayne Matos, Ilan Bremnan, José Bocca, Olívio Jekupé, Kelly Orasi , Lydia Hortélio, Lucilene Silva, Leandro Medina, Lenice Gomes, Marcos Ferreira Santos, Marcelo Alvo, Nícia Grillo, Regina Machado, Renata Meirelles, Ricardo Azevedo, Stela Barbieri, Viviane Coentro, Tininha Calazans, Suzana Montariol, Sean Taylor

Internacionais:
Heloisa Pires, Georges G’neka, Alessandro Baricco , Cucha del Águila , Dan Yashinsky , Inno Sorsy , Jamie
Oliviero , Hassane Kouyaté , Alessandro Baricco , Marcela Romero , Daniel L’Homond .

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